Taça de vinho sobre a mesa;
O amor a muito ausente;
Ainda se faz sentido;
A ausência não o torna menos duído.
A dor se revela rescente;
E num brinde sozinho;
Esse amor se mostra presente;
A memória recusa-se a esquecer;
O que um coração vazio sente.
O amor ainda é pulsante;
E aos poucos o corpo se rende;
A um sentimento errante.
A razão desaparece;
E em seu lugar;
A emoção se enrriquece.
Tão viva como o sol no verão;
E a flor na primavera;
Esquece completamente;
Que tanta paixão;
Não passou;
De uma doce quimera.
By João Victor
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