quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Quimera



Taça de vinho sobre a mesa;

O amor a muito ausente;

Ainda se faz sentido;

A ausência não o torna menos duído.

A dor se revela rescente;

E num brinde sozinho;

Esse amor se mostra presente;

A memória recusa-se a esquecer;

O que um coração vazio sente.

O amor ainda é pulsante;

E aos poucos o corpo se rende;

A um sentimento errante.

A razão desaparece;

E em seu lugar;

A emoção se enrriquece.

Tão viva como o sol no verão;

E a flor na primavera;

Esquece completamente;

Que tanta paixão;

Não passou;

De uma doce quimera.


By João Victor

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